
Que se quebrem os telhados
repletos de gente abaixo
Que esvoace a folhagem arbórea
entupida de aves adentro
Que rolem os rochedos
habitados por canta-pedras
Que se rasguem as montanhas
cercadas de homens tementes
Que se cale esta voz
ofuscada pelo grito ensurdecedor
Jamais cederei à minha paz
Luciano Canhanga
3 comments:
Obrigada pela tua visita no meu blog e pelo agradável comentário.
Bonito texto o teu.
ceder à paz...nem sempre possível, mas quando a temos ou alcançamos é surpreendente!
Beijinho.
És como o samana
que senta e medita
enquanto explode a bomba atômica
que bom seria
se a paz engolisse
os atomos
agitados pela reação em cadeia
mas não,
a paz é muito mais importante que isso, e pronto.
ou não?
Valeu a visita irmão,
Vibração positiva!
Lucas.
Caro Amigo,
Agora que ja foi indicado por mim para o Premio Caneta de Ouro, faça o seguinte:
1- inserir nos seus contactos o blog Gritos Verticais:
http://poemasdeandreluis.blogspot.com e Alma de Poesia: http://ritacosta-almadepoesia.blogspot.com
2- Escreva para o e-mail canetadeouropoesia2007@gmail.com
Dizendo: "Fui indicado com a
poesia "Angustia" http://.blogspot.com por NAMIBIANO FERREIRA do blog
http://poesiangolana.blogspot.com, que concorre com o poema " Imbondeiração"
Aguarde a remessa do material para que possa
colocar devidamente em seu blog como eu fiz no meu.
Boa Sorte!
Namibiano Ferreira
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