Que venha comida
Dos rios fartura
Depois relva e caça
Que homens venham
Com ideias-máquinas e construam
Estradas também!
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Que venha comida
Dos rios fartura
Depois relva e caça
Que homens venham
Com ideias-máquinas e construam
Estradas também!
O mesmo Atlântico que nos banha
Doces e salgadas piscinas
As mesmas
Que temos secas e rotas
Em terras distantes do mar!
De novo
Longe do cobertor
Sem tempo para iniciar descanso
Jamais para terminar sono
E, acordado, sonho
Erguet'homem!
Grit'empilhado o trabalho
Txe, txe, txe
Saltita pequenino
Celeste, passarinho
Do quintal, visto magrinho
Txe, txe, txe
Da palmeira do vizinho
Voa, à bungavília, curtinho
Espraiando-se ao sol amarelinho
Txe, txe, txe
Fecunda, de pianinho
Flores vermelhas e tons branquinhos
Atraindo outros bichinhos
Txe, txe, txe
Olho adiante
Há no caminho mulher andante
Um seio papaia, outro abacate
Txe, txe, txe
Com abacate alimenta
Com papaia abebeira
No futuro há epopeia
Txe, txe, txe
Não é dela que celeste canta
Mas sua beleza encanta
Homem que decanta
Txe, txe, txe
Água rara no incerto
Caminho longo no deserto
Desafiando vida curta do insecto
Txe, txe, txe
Alegra-se a bungavília
Que fecundada alarga família
Com o pólen que o azul polvilha.