Nas noites não dormidas
Na complicação a comprar
(Des)querido por abortar
Penso no que há de vir
Cada vez que fazemos amor
Assim
Custaram tão caras
Minhas noites de amor
Nunca!
Luciano Canhanga
Saturday, November 01, 2008
Thursday, October 02, 2008
REJUVENESCER
JHIIIH
Sussurrava excitante tua voz
Ao meu ouvido colado
ESGUIA
Viram-te meus olhos atentos
Naquele encontro à prima-vista
BUM
Cantas hoje à distância
Da saudade moribunda
GIGA
Vêem-te hoje meus olhos
Cegos de gordura importada!
Luciano Canhanga
Sussurrava excitante tua voz
Ao meu ouvido colado
ESGUIA
Viram-te meus olhos atentos
Naquele encontro à prima-vista
BUM
Cantas hoje à distância
Da saudade moribunda
GIGA
Vêem-te hoje meus olhos
Cegos de gordura importada!
Luciano Canhanga
Thursday, September 25, 2008
CAMINHAR
Entre inúmeros acertos
incontáveis desacertos também
Vida pára!
Entre trabalhos e barulhos
No meio atrapalhos
Pára a vida?
Entre apuros e reflexos
Paragens e silêncios também
A vida não pára!
Entre grosseiros e levianas
Silêncios vociferam êbrios
A vida passeia à frente!
Luciano Canhanga
incontáveis desacertos também
Vida pára!
Entre trabalhos e barulhos
No meio atrapalhos
Pára a vida?
Entre apuros e reflexos
Paragens e silêncios também
A vida não pára!
Entre grosseiros e levianas
Silêncios vociferam êbrios
A vida passeia à frente!
Luciano Canhanga
Sunday, September 14, 2008
CANTO AO CARNAVAL

1
Nossos sonhos
nossas gentes
nossas vidas
sempre adiadas para depois
e o amanhã que é sempre amanhã
Com Angola em paz
nossos filhos querem ver
a sombra eterna dessa árvore
que está crescer
e os frutos lindos dessa flor
a desabrochar
Viva o carnaval
CORO
No carnaval nossa fama
Ultrapassa a capital
Desça à marginal
Viva o carnaval
Nossa cultura popular
2
Na marginal toda a vénia
é só para nós (nome do grupo)
da Ingombota, Cazenga e Rangel
Todo povo Xtá aqui
P'rá aplaudir (nome do grupo)
Dessa vez nosso grupo é melhor
e quem aposta perderá
CORO
No carnaval nossa fama
Ultrapassa a capital
Desça à marginal
Viva o carnaval
Nossa cultura popular
Luciano Canhanga
Tuesday, August 19, 2008
NOVAMENTE
Na hora de partida
A saudade dos que vão
Dos que ficam e
dos que nunca partem
O sabor à madrugada
dos últimos beijos roubados
e os olhares da cunhada
sempre preguiçosos
Na hora de partida
É assim
Ninguém entardece
mesmo engolindo noites
Luciano Canhanga
A saudade dos que vão
Dos que ficam e
dos que nunca partem
O sabor à madrugada
dos últimos beijos roubados
e os olhares da cunhada
sempre preguiçosos
Na hora de partida
É assim
Ninguém entardece
mesmo engolindo noites
Luciano Canhanga
Thursday, July 10, 2008
"QUANDO VOLTAR"*
Rico de Amor...
Para dar, aos que amo
Febre de aprender...
Com quem sabe!
Pobre de dor...
Já aqui não mora,
a saudade...
que por ti,
um dia senti...
São Sabuguero (em comentário ao poema Regresso)
* Título meu: Canhanga
Para dar, aos que amo
Febre de aprender...
Com quem sabe!
Pobre de dor...
Já aqui não mora,
a saudade...
que por ti,
um dia senti...
São Sabuguero (em comentário ao poema Regresso)
* Título meu: Canhanga
Sunday, June 15, 2008
CARTA PRA MINH'AMADA
Nesse contrato social
páreo pre-matrimonial
Onde me junto para te realizar
aspirando igual estar
Meus interesses se extrapolam
sugando-te o que não sou
tentando também te completar
e minha mão à palmatória dou
Realizando sonhos que rolam
Luciano Canhanga
Tuesday, May 13, 2008
CHORO DE PARTIDA
Thursday, April 17, 2008
DOIS ANOS DE (IN)CERTEZAS
Saturday, March 15, 2008
REGRESSO

Depois do exílio
Eis-me aqui
Rico de nada
Vazio como papel ao vento
Na mente apenas velhas profissões
(sem importância)
e cursos ainda sem aplicação
(nesta terra)
E agora que estou de volta
Penso no silêncio que vos leguei
Na paz que vos neguei
Nas benesses que não vos dei
E peço:
Perdão porque falhei
Luciano Canhanga
Saturday, February 02, 2008
CÁLICE
Tuesday, January 08, 2008
SEM MEDO
Tuesday, December 11, 2007
OUTRA VEZ EU
Wednesday, November 07, 2007
TELEFONE TOCOU
Wednesday, October 10, 2007
BALANÇO
Debruço-me sobre a janela e vejo
à madrugada teu corpo
chocolate se espreguiçando na cama
Não tarda
meu sangue corre
minhas artérias rompem
é manhã
E o sol já brinca no quintal
dos odores orgâsmicos o pó
corpos moídos numa noite de prazer
E fazemos balanço...
Luciano Canhanga
à madrugada teu corpo
chocolate se espreguiçando na cama
Não tarda
meu sangue corre
minhas artérias rompem
é manhã
E o sol já brinca no quintal
dos odores orgâsmicos o pó
corpos moídos numa noite de prazer
E fazemos balanço...
Luciano Canhanga
Tuesday, September 11, 2007
MINHA PAZ
Thursday, September 06, 2007
AQUI II
Tuesday, August 07, 2007
HOJE SÓ FALO COM OS BOTÕES

Tarda o sono
Nos sonhos a traição
Nas brincadeiras as ofensas
Na traição os mau-tratos
Na bebedeira o desconsolo
Da gripe Chora a filha acossada
Do silencio parabólico outro pranto
Se choro os risos
Se (dese) canto os apupos
Nos sonhos a alegria roubada
Nos folguedos a tristeza contada
Hoje só falo com os botões
Os meus botões
Luciano Canhanga
Wednesday, July 25, 2007
GRITO DE CARCEREIRO
Monday, June 11, 2007
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