Debruço-me sobre a janela e vejo à madrugada teu corpo chocolate se espreguiçando na cama Não tarda meu sangue corre minhas artérias rompem é manhã E o sol já brinca no quintal dos odores orgâsmicos o pó corpos moídos numa noite de prazer E fazemos balanço...
Tarda o sono Nos sonhos a traição Nas brincadeiras as ofensas Na traição os mau-tratos Na bebedeira o desconsolo Da gripe Chora a filha acossada Do silencio parabólico outro pranto Se choro os risos Se (dese) canto os apupos Nos sonhos a alegria roubada Nos folguedos a tristeza contada Hoje só falo com os botões Os meus botões