Quando a fala tarda
Pela boca desdigo coisas
Que a pena permite
…
Luciano Canhanga/ 2004
Monday, February 13, 2006
Incontinências
Vinde
e cultivai
Que é próprio o momento
Chegai e dizei
(des)coisas habituais
e promessas rotas pelo tempo
em vossas bocas infernais
Vinde,
dizei e fazei
Que é chagada a ceifa
Preparai obras e palavras
Umas sem palavra
Para o julgamento do ceifeiro
Que chega à hora!
Luciano Canhanga/2004
e cultivai
Que é próprio o momento
Chegai e dizei
(des)coisas habituais
e promessas rotas pelo tempo
em vossas bocas infernais
Vinde,
dizei e fazei
Que é chagada a ceifa
Preparai obras e palavras
Umas sem palavra
Para o julgamento do ceifeiro
Que chega à hora!
Luciano Canhanga/2004
Na Escuridão da Saudade
SOMENTE TU
Mulher
Que em horas esquivas
Me excitas na imaginação
Eu aqui sedento
Da tua abraçação
Quinguilo-te na esquina
Para o kandando dócil
E orgiante!
Luciano Canhanga
Minha Vida
É operária
De cinco horas para o labor vespertino
De fábrica periférica
Com apagões e labor manual
O que resta é kinañinañi
Carne borracha
Maltratada nunca engolida
É sangue de vários sangues
Sem cor!
Luciano Canhanga/Jun 05
De cinco horas para o labor vespertino
De fábrica periférica
Com apagões e labor manual
O que resta é kinañinañi
Carne borracha
Maltratada nunca engolida
É sangue de vários sangues
Sem cor!
Luciano Canhanga/Jun 05
Fakada
Martelos
Buldozeres
Bombas
Distância e traições
Amores antigos
E até mesmo perseguições
Tentaram desviar nossos sentimentos
Não fosse nossa
A maturidade e determinação.
Luciano Canhanga Dez/2004
Buldozeres
Bombas
Distância e traições
Amores antigos
E até mesmo perseguições
Tentaram desviar nossos sentimentos
Não fosse nossa
A maturidade e determinação.
Luciano Canhanga Dez/2004
Para quê palavras
Para muitos
Sou a consolação
Para mim
Apenas o resto
de uma quadra cadavérica
Para uns
Há causas e explicações
Para mim
apenas Vi
Vivi e existo.
Luciano Canhanga
Junho 2005
Sou a consolação
Para mim
Apenas o resto
de uma quadra cadavérica
Para uns
Há causas e explicações
Para mim
apenas Vi
Vivi e existo.
Luciano Canhanga
Junho 2005
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